Cachaça e futebol... só faltando mulher para virar música do Eddie.

Em meu imaginário mundo, o final de semana ideal começa com uma boa quinta-feira. No entanto, isso nem sempre é transposto à realidade. O que acontece com mais freqüência é sacrificar um dia da semana para algum evento (com sabor alcoólico), tipo na terça que Pedrinho comemorou o aniversário dele com música de qualidade e cerva. Daí a quarta sempre é pra arrombar. Aquela dorzinha de cabeça básica, mãos um tanto trêmulas e aquela vontade de dormir eternamente.

Sabida a minha paixão por futebol, beirando o fanatismo, uma final de Libertadores não poderia passar em branco. Noite regada à Bohemia e Skol. Noite repleta de gols. Em um confronto de um time rubro-negro e um tricolor, é óbvio que minha loucura futebolística é toda transferida para o tricolor. Eu odeio rubro-negros! Depois de gritar 4 gols e de tomar umas latinhas "xeladas", voltei para casa com a certeza que o dia seguinte seria penoso.

Só sei que até agora nada. A tal da Bohemia é milagrosa. Se fosse Kaiser, eu estaria até agora enlouquecido de ressaca. Só de pensar em ressacas de Kaiser que eu já tive, já começo a sentir os efeitos psicológicos. Viva a Bohemia!!!

Top 3 das frases que me tiram do sério em plena sexta-feira:

"... mas toda vez que eu bebo, fico com uma dor aqui nos ovos."

"... eu só sei que eu tô ficando velha mesmo. Minha neta de 9 anos já tá crescendo peitinho!"

" Marcelo, vai se preparando que você tem que estar no Rio dia 15, tá? Ahhh, e dia 6 de Setembro em São Paulo."

É ter esperança demais?

Chego em casa, domingo à noite e vou ler os jornais na internet. Claro que o fato de não suportar mais ler sobre escândalos e roubalheiras, já me deixa apenas 20% das manchetes para ler. Essa aí abaixo me fez rir. Olhe que eu sou uma pessoa esperançosa, mas essa manchete nada mais é do que o cúmulo da esperança.

Será que sou eu o pessimista?




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